SciTechDaily

Cientistas da Universidade Metropolitana de Tóquio recorreram à física de polímeros para entender melhor uma das características que definem o mal de Alzheimer: a formação de fibrilas da proteína tau. Sua pesquisa mostra que essas fibrilas não se formam diretamente. Em vez disso, as proteínas tau se reúnem primeiro em grandes grupos, de forma semelhante à maneira como os polímeros começam a se cristalizar. Quando os pesquisadores interromperam esses agrupamentos iniciais, as fibrilas não se desenvolveram em solução. Essa descoberta aponta para uma grande mudança na forma como os futuros tratamentos para doenças neurodegenerativas podem ser projetados.
See full story at SciTechDaily
More Stories From
SCIENCE

Cientistas descobriram por que alguns cérebros resistem à doença de Alzheimer
Medical Daily

A ciência afirma que este cogumelo pode ajudar a manter seu cérebro ativo à medida que você envelhece
LA TIMES STUDIOS

A ciência do “cérebro de mamãe”: como a dopamina garante benefícios cognitivos para toda a vida às mães
PsyPost
Sign up for our newsletter!
Get the latest information and inspirational stories for caregivers, delivered directly to your inbox.