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Ao usar a luz para estimular os neurônios, os cientistas podem obter controle espaço-temporal sobre a atividade neural. No entanto, os neurônios respondem naturalmente a sinais elétricos - não à luz -, de modo que os pesquisadores geralmente os manipulam genética ou estruturalmente. Preocupados com os efeitos dessas alterações, os biofísicos buscaram uma maneira mais natural de estimular os neurônios em cultura de células. Em um estudo recente, os pesquisadores cultivaram neurônios em uma lamínula revestida com grafeno, uma fina camada de átomos de carbono, e mostraram que essas células adquiriram sensibilidade à luz. Eles também descobriram que o grafeno poderia promover a maturação de neurônios em organoides 3D do cérebro humano sem sinais perceptíveis de toxicidade.
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