ScienceBlog

Em uma tomografia por emissão de pósitrons (PET), o amilóide aparece como uma mancha colorida no córtex, mais brilhante nos locais onde a proteína viscosa se acumulou formando placas. Durante décadas, a interpretação desses exames baseou-se em uma suposição bem definida: se você for portador da variante do gene APOE ε4 — o fator de risco genético comum mais forte para a doença de Alzheimer de início tardio —, é muito mais provável que seu cérebro apresente essas alterações. Quanto mais amilóide, maior o risco. A lógica parecia quase mecânica. Uma nova análise com mais de 17.000 idosos sugere que o mecanismo não é tão uniforme assim, afinal.
See full story at ScienceBlog
More Stories From
SCIENCE

Cientistas descobriram por que alguns cérebros resistem à doença de Alzheimer
Medical Daily

A ciência afirma que este cogumelo pode ajudar a manter seu cérebro ativo à medida que você envelhece
LA TIMES STUDIOS

A ciência do “cérebro de mamãe”: como a dopamina garante benefícios cognitivos para toda a vida às mães
PsyPost
Sign up for our newsletter!
Get the latest information and inspirational stories for caregivers, delivered directly to your inbox.