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Uma mudança sutil na atividade das ondas cerebrais pode prever a doença de Alzheimer (DA) mais de dois anos antes do diagnóstico, de acordo com um novo estudo. O sinal pode ser um biomarcador sensível de declínio cognitivo. Usando uma técnica de imagem não invasiva chamada magnetoencefalografia (MEG), neurocientistas da Brown University, nos EUA, e da Universidade Complutense de Madri e da Universidade de La Laguna, na Espanha, analisaram a atividade das ondas cerebrais em repouso de 85 pacientes diagnosticados com deficiência cognitiva leve (MCI).
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