Neuroscience

Os pesquisadores descobriram que o comportamento de dirigir a longo prazo pode revelar sinais precoces de declínio cognitivo anos antes do diagnóstico clínico. Os adultos mais velhos que mais tarde desenvolveram deficiência mostraram reduções graduais na frequência de viagens, condução noturna e variedade de rotas em comparação com colegas cognitivamente saudáveis. Os modelos de aprendizado de máquina que usam dados de GPS previram a deficiência cognitiva com mais precisão do que a idade, a genética ou os testes cognitivos isolados. Essa abordagem de monitoramento de baixo ônus poderia permitir intervenções mais precoces e, ao mesmo tempo, preservar a independência e a segurança.
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