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Um novo estudo de imagem da Wake Forest University School of Medicine demonstrou que a insulina administrada por via intranasal pode atingir regiões específicas do cérebro associadas à memória e à cognição em adultos mais velhos. O estudo, publicado na revista Alzheimer's & Dementia: Translational Research & Clinical Interventions, também indica que a absorção de insulina difere entre indivíduos com comprometimento cognitivo leve e aqueles sem comprometimento cognitivo. Usando tomografia por emissão de pósitrons (PET) e um marcador de insulina radiomarcado, os pesquisadores rastrearam a distribuição de insulina intranasal no cérebro de 16 participantes com idade em torno de 72 anos.
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