Georgia State University

Um estudo da Universidade Estadual da Geórgia mostra que as ferramentas de triagem cognitiva padrão usadas para monitorar a doença de Alzheimer podem não refletir as alterações cerebrais subjacentes da mesma forma para homens e mulheres. De acordo com a Alzheimer's Association, quase dois terços dos americanos que vivem com Alzheimer são mulheres. A nova pesquisa do estado da Geórgia, publicada na revista Brain Communications, acrescenta evidências crescentes de que a doença de Alzheimer pode progredir de forma diferente em homens e mulheres, e que essas diferenças podem ser importantes no tratamento clínico. Ela também sugere que os médicos podem precisar interpretar testes comuns de forma diferente para cada sexo.
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