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Quem precisa de uma bola de cristal quando se tem inteligência artificial? Pesquisadores do Mass General Brigham desenvolveram uma ferramenta de IA potencialmente revolucionária, capaz de detectar mudanças sutis nos padrões de ondas cerebrais que poderiam prever o declínio cognitivo anos antes do aparecimento dos sintomas. "Isso pode mudar completamente a forma como abordamos a prevenção da demência", disse o Dr. Shahab Haghayegh, principal autor do estudo e instrutor do Massachusetts General Hospital e da Harvard Medical School.
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