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Atualmente, não há medicamentos que curem a demência, mas há tratamentos baseados em conversas cientificamente comprovados que podem retardar a progressão da doença e até mesmo melhorar as habilidades cognitivas. O problema é que essas conversas precisam ser realizadas com um parceiro de conversa treinado, de preferência várias vezes por semana. Nos EUA, onze por cento das pessoas com mais de 65 anos têm demência, e um total de vinte e dois por cento têm comprometimento cognitivo leve. Isso torna praticamente impossível ajudá-los, pois seria astronomicamente caro treinar todos os parceiros de conversa necessários e pagar por todas essas sessões.
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