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Um novo estudo clínico publicado no Journal of Pineal Research constatou que uma alta dose noturna de melatonina era segura e bem tolerada em idosos com comprometimento cognitivo leve (MCI), mas não produziu melhorias significativas na função cerebral, no humor ou no sono em um período de 12 semanas. A melatonina é um hormônio que regula o sono e também é conhecida por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Alguns pesquisadores acreditam que ela pode oferecer benefícios protetores para o cérebro em processo de envelhecimento ao reduzir o estresse oxidativo, que é um acúmulo de moléculas prejudiciais que tem sido associado aos estágios iniciais da demência.
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