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Os medicamentos à base de peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1) ganharam popularidade devido ao seu efeito no sistema digestivo, ajudando os pacientes a controlar o diabetes tipo 2, o peso e o risco cardiovascular. Mas estudos pré-clínicos descobriram que esses medicamentos também podem ter um efeito no cérebro. Financiado por um subsídio de quase US$ 350.000, com duração de dois anos, do National Institutes of Health's National Institute on Aging, o PhD Shawn Xiong, da Universidade de Cincinnati, está analisando dados de pacientes reais para saber mais sobre como os medicamentos GLP-1 afetam as pessoas com comprometimento cognitivo leve, um precursor comum da doença de Alzheimer.
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