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Mais de 800 exames cerebrais ajudaram a IA a identificar alterações anatômicas no cérebro que sinalizavam o início da forma mais comum de demência, informou o Worcester Polytechnic Institute, em Massachusetts, na quinta-feira. As descobertas seguem anos de pesquisas anteriores mostrando que a IA poderia ajudar a identificar os primeiros fatores de risco para Alzheimer, prever o risco e identificar pacientes com doença de Alzheimer não diagnosticada.
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